Eu tive mais! Janeiro 28, 2006
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- Eu tive mais que você!
- Teve nada!
- Ah é, não tive é?
- Não teve não.
- Pois saiba que eu tive cinco!
- Grande coisa… Eu tive sete!
- Nada disso! Não vale contar ficante!
- Sete. Sem contar ficante.
- Tá bom. Você teve mais pais do que eu…
Dá muito trabalho! Janeiro 23, 2006
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Sempre que a intenção é levantar a opinião pública contra um ato de selvageria, de brutalidade, a mídia escolhe a única vítima que ainda emociona a audiência, os leitores, os ouvintes, um animal, preferencialmente filhotes. Seres humanos já não são “boas vítimas” para isso, por se tornarem vítimas muito freqüêntes, perderam o impacto que causavam.
Bebes ou filhotes abandonados? Filhotes é claro, dão muito mais ibope, a resposta do público é imediata. Maus tratos a menores, não causa tanta indignação, mas maus tratos a filhotes é capaz de levar uma nação à comoção extrema, é preciso até um certo cuidado com as palavras, não exagerar.
As pessoas não se importam mais tanto com pessoas; devem ter se cansado delas. Agora elas estão muito mais preocupadas com seus mascotes, com seus animaizinhos de estimação. Os albergues de animais abandonados já não estão tão cheios; cheias estão nossas creches, sabem como é, criar pessoas dá muito trabalho!
Amigos, inimigos, amigos, … Janeiro 21, 2006
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Jogado nesse verdadeiro circo de horrores – pela própria base aliada – o partido reverbera contra a imprensa, o próprio presidente clama contra os intelectuais e apela para a sua origem humilde – “de mãe nascida analfabeta” – sic – e vê fugir das hostes partidárias a multidão de apoiadores, assustados pelo grau de corrupção que assolou o as bases partidárias.
O que sobrou agora é uma tática única, tentar jogar com a classe mais pobre, com a plebe ignara. Virar o salvador da pátria, o populista, o adorado das massas. O resto das bases está perdida, não vai esquecer facilmente de cuecas recheadas de dólares, orgias em hotéis de cinco estrelas, Land Rovers e mensalões.
2006 – Um ano decisivo Janeiro 18, 2006
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Num mundo assolado por cataclisma climáticos, os governantes que detém o poder de controlar a agressão ao meio ambiente relutam em tomar medidas efetivas.
Diferenças sociais se agigantam em todo o planeta; até mesmo na europa grupos minoritários se revoltam e iniciam uma luta por melhores condições de vida.
Os Estados Unidos envolvidos num conflito sem futuro, sem uma saída aparente, e sem uma chance razoável de vitória a curto prazo, lutam para encontrar uma forma de abandonar o campo de batalha sem terem de admitir o erro tático cometido.
A peste, que já foi uma ameaça medieval, volta a ser um fantasma do presente, na forma de um vírus letal que ameaça assumir formas mutantes e se disseminar mortalmente pelo planeta.
E o futuro?
Não posso ser repetitivo. Janeiro 13, 2006
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Houvesse a proibição da repetição, comprometida estariam as penitências que o padre nos impõe. Viram quão grave pode ser uma simples proibição? Já estamos falando em algo tão grave quanto a redenção das almas humanas.
Melhor não brincar com essa proibição. Quem sabe, não seria mais apropriado dizer que não devo ser repetitivo?
Chuva… Janeiro 8, 2006
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A agricultura já pagou o seu preço, a própria safra nacional diminui cinco por cento no ano passado, por conta da quebra da safra no Rio Grande, grande produtor nacional. Para este ano as expectativas, a continuar o clima no mesmo ritmo, não são nada boas.
Tudo fruto dessa grande “mexida” do homem na natureza, são muitas e variadas agressões, não é um ponto isolado, ou uma ação isolada, são conjuntos de ações que provocam a reação da natureza. O jornal de hoje fala em aquecimento da Antártida, e diz ser mais grave que o desmatamento, mas eu pergunto: uma coisa não está relacionada com a outra?
Na américas central e do norte, onde a causa parece ser um aumento na temperatura do oceano Atlântico, o preço tem sido a constância dos furacões e dos tornados. Os Estados Unidos ainda tentam se recuperar do Katrina, New Órleans ainda é uma cidade semi-deserta.
Apesar disso não se vê grandes iniciativas mundiais para a solução do problema; o que se vê são os heróicos batalhadores de sempre tentando conscientizar os poderosos da necessidade de alguma mudança. Quando será que eles acordarão? Acordarão a tempo? São perguntas que permanecem sem resposta.
Simpatias Janeiro 4, 2006
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As coisas nem sempre tem uma explicação totalmente lógica, muitas vezes é um detalhe, algo que nos passa desapercebido num primeiro exame. Do que estou falando? Estou falando deste Blog, do Aloa. Eu escrevo em vários blogs, com diferentes linguagens e sobre diferentes assuntos, mas este aqui me transmite uma ar de simpatia, sem que eu possa explicar logicamente o porquê.
Não é diferente com as pessoas, olhamos para alguém e formamos uma idéia, quase um julgamente – o que sempre é injusto – em frações de segundo. Simpatizamos ou antipatizamos com alguém “de cara”, como se diz. E o pior é que não é fácil mudar essa primeira impressão, esse pré-julgamento.
Aonde estaria escondida essa mágica – ou essa magia? – que nos faz gostar ou desgostar de algo ou alguém tão rapidamente? E não é um aspecto meramente estético, não é uma a beleza aparente esse fator que nos faz simpatizar ou não. Porque ocorre uma ou outra situação – simpatia/antipatia – tanto em relação a feios como a bonitos.
Algumas pessoas explicam tomando como base o que chama de vidas passadas – nas teorias espirítas e reencarnacionistas -, estas pessoas seriam os nossos afetos e desafetos que teríamos em vidas passadas. Mas isso já é uma matéria que não se pode discutir, isso é religião, é matéria de fé.
É interessante notar, seja qual for a razão para o fato, que existem pessoas que são uma unanimidade no quesito, são simpáticas ou parecem assim para todos e, infelizmente, o oposto também é verdadeiro, existem os antipáticos para todos.
Como os ideais nem sempre são alcançáveis, o melhor é tentar ser agradável e simpático, senão para todos, pelo menos para a maioria.